Cada Brasileiro Já Carrega uma Dívida de R$ 50 Mil!
O Brasil ultrapassou os R$ 10 trilhões em dívida pública
Todo brasileiro vive nesse momento, desde um bebê que acabou de nascer na maternidade, até o idoso de 90 anos, todos sem exceção carregam uma dívida de aproximadamente 50 mil reais, esse é o custo de você ser brasileiro.
O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica e absurda de uma dívida pública acima de 10 trilhões de reais. Se você pegar essa dívida e dividir pelos mais de 200 milhões de habitantes, dá esses 50 mil reais por cabeça que informei acima.
Isso inclui você, seus pais, seu vizinho, todo mundo. Mas o pior número é o fato do governo gastar mais de 1 trilhão de reais só de juros das dívidas que tem em um único ano.
E não estou falando de você pegar 1 trilhão para pagar a dívida, esse gasto foi apenas para pagar o custo de manter essa dívida, o aluguel do dinheiro. Esse 1 trilhão dividido por cada brasileiro dá mais ou menos 5 mil reais, que você está pagando por ano só para rolar a dívida adiante.
Você não deve somente 50 mil, você ainda paga 5 mil reais de juros por ano pelo privilégio de ser brasileiro, pela honra de continuar devendo. Então pense comigo: se você tem uma família de 4 pessoas, essa família deve aproximadamente 200 mil reais pro governo, e paga 20 mil reais de juros dessa dívida.
Esse dinheiro não volta para você na forma de hospital, de escola, de segurança, de absolutamente nada. Esse dinheiro vai diretamente para o bolso de quem empresta esse dinheiro para o governo, para o Estado brasileiro que não para de gastar.
E não para por aqui, no ano que vem você vai dever ainda mais porque a dívida não para de crescer. É um bola de neve que você paga, paga, paga e mesmo assim a dívida só aumenta.
Como a inflação e os juros aumentaram o custo da dívida
E esse boom no rombo das contas públicas aconteceu a partir da pandemia, onde o Brasil imprimiu mais de 50% de todos os reais já impressos na história do plano Real, desde seu surgimento em 1994, contando de 2020 para cá.
A consequência disso é muito simples: A conta de juros da dívida mais do que triplicou em apenas 4 anos, tudo consequência do aumento desenfreado da base monetária nesse período.
Esse número é tão inaceitável que se compararmos o gasto de 1 trilhão de reais com juros em 2025, com os gastos obrigatórios do governo com saúde, educação, bolsa família, Minha Casa Minha Vida e Agricultura. Só de juros gastamos quase o dobro do que foi investido para essas áreas.
Esse é o chamado dízimo fiscal: De cada 10 reais que o Brasil produz, 1 real é só para pagar juros. Não paga médico, não paga professor, não constrói estrada. Só remunera quem empresta dinheiro para o governo.
Por isso que investir só no Brasil é péssimo para sua carteira porque nós representamos menos de 5% do PIB mundial, e nossa economia é quase irrelevantes para o resto do mundo.
Tudo por conta da deterioração da dívida pública do país, que acontece quando a dívida do governo cresce mais rápido que a capacidade de geração de riqueza.
A consequência imediata é o mercado exigir o pagamento de um prêmio cada vez mais alto para financiar essa dívida. Por isso você vê títulos do Tesouro Direto IPCA+8%, algo que está patamares acima da época da recessão do governo Dilma.
Por que a dívida brasileira é diferente da dívida de países desenvolvidos
Mesmo sem pandemia, a porcentagem entre dívida pública e PIB aumentou de 71% em 2022, para 80% em 2026. Um aumento muito expressivo em anos que a economia não foi impactada por efeitos globais extremos, como em 2020.
Há países com mais de 100% de dívida frente ao PIB como os USA, o Japão a dívida é de 200% do PIB, porém esses países tem dívidas a juros muito baixos, como 3% nos USA e 0,5% no Japão.
Isso significa que é um dívida que cresce muito lentamente, diferente da dívida brasileira que cresce com as maiores taxas de juros do mundo, só perdendo para a Turquia em termos de juros reais.
Sem contar que a economia dos países desenvolvidos tem uma produtividade muito alta, diferente do Brasil que a produtividade diminuiu para os mesmos patamares de 1958, um retrocesso de 70 anos.
Só para você ter uma ideia, uma única empresa norteamericana, a Space X, tem o dobro do valor de mercado que todas as empresas brasileiras somadas. Enquanto a Space X vale 2 trilhões de dólares, as empresas brasileiras valem 1 trilhão de dólares.
O peso do Estado sobre a economia brasileira
Enquanto você luta para sobreviver no Brasil, para levar o peso do Estado nas costas, com essa crise financeira no país. Você vê o desgoverno desse país, a velha mídia comprada que passa pano pro governo e diz que está tudo maravilhosamente bem.
Tem os artistas comprados pela lei ruané, tem o manicômio fiscal brasileiro, tem o IBGE para dizer que estamos com a menor taxa de desemprego da história. O circo está armado para colocar a culpa nos USA, falar mal dos americanos e apresentar a narrativa de soberania brasileira.
Isso acontece porque em ano eleitoral nada pode arranhar a narrativa. Tem que dizer que tivemos o melhor 2025 possível, com dólar em baixa, e agora em 2026 teremos a menor inflação da história, segundo o ajudante do Lula chamado “Taxad”.
O governo fala que está tudo indo bem e a vida do brasileiro está cada dia pior.
Não somos relevantes no cenário da economia global, mas sim a nossa economia está prestes a entrar em colapso, sofrer um apagão cheio de cortes no orçamento da máquina pública para 2027.
A economia brasileira está travada porque nem o aumento de impostos é capaz de manter a máquina inchada. As estatais estão sucateadas, quebradas e dando prejuízos milionários.
Cada vez mais tem aumento dos benefícios sociais, chegando ao ponto de dar vale gás para as pessoas. As famílias precisam de ajuda até para pagar contas básicas.
O que é essencial que é saúde, educação, segurança estão tendo cortes. É um governo que gasta mais do que arrecada e que não tem nenhum pingo de responsabilidade com as contas públicas.
O déficit público e a espiral da dívida brasileira
O Brasil sempre foi um país que gasta mais do que arrecada, mas a partir da Dilma Rousseff piorou drasticamente as contas públicas após as pedaladas fiscais.
O que impressiona é que o governo Lula está a três anos seguidos tendo resultado de pandemia, com déficit negativo em mais de 1 trilhão de reais, sem estarmos sofrendo com a pandemia.
Especialistas projetam que a partir de 2030, a relação dívida/PIB chegue a 90% do PIB. E só de juros nominais já pagamos 10% do PIB, algo que não gera absolutamente nada de riqueza para nossa economia.
A narrativa continuará a pôr a culpa nos juros. Eles nunca vão admitir que a culpa é deles de a mais de três décadas gastarem mais do que arrecadam, mesmo batendo todos os recordes de arrecadação.
Quando você entende essa engrenagem você deixa de cair em discurso político barato, você entende que eles não vão parar de gastar mais do que arrecadam e no final quem paga essa conta somos nós.
Se faltar dinheiro para o governo pagar suas contas, os programas sociais, as propagandas para se reeleger, ele emite títulos públicos e vende para quem quiser emprestar dinheiro, com a promessa de devolver esse dinheiro com juros.
Como quase metade da dívida que o governo emite, cerca de 48% está atrelada a Selic, toda vez que o Banco Central sobe a taxa de juros, a conta aumenta automaticamente.
Cada ponto a mais que a Selic sobe custa 55 bilhões de reais por ano, ou seja, acrescente mais 275 reais na diminuição do seu poder de compra anual.
Temos uma dívida que aumenta de forma exponencial e injustificada, o que só aumenta o risco para o seu emprego, seu futuro e o futuro dos seus filhos, fazendo o país entrar numa espiral fiscal de:
O governo gasta demais, a dívida aumenta e isso gera desconfiança, o mercado e os investidores exigem juros mais altos para financiar o governo, o governo passa a gastar mais com juros, o déficit aumenta, a dívida cresce muito e os juros sobem novamente.
O país continua nessa espiral até chegar à falência, ou até que as contas públicas sejam de fato controladas. O resultado será o aumento de impostos, inflação mais alta ou reestruturação da dívida pública, ou seja, calote parcial ou hiperinflação.
Como a dívida pública afeta seu crédito, seu emprego e seu patrimônio
Aqui está a razão porque você não entende o preço do financiamento de casa ser tão caro, porque o juros do cartão de crédito é 400% a.a. no Brasil, o motivo do empresário não conseguir crédito para expandir sua empresa, o motivo de você não conseguir emprego.
Isso acontece porque o governo está competindo com todo mundo pelo dinheiro e ele oferece 14% de rentabilidade ao ano, garantido sem risco nenhum porque ele tem a máquina do dinheiro nas mãos.
Quem é que vai investir na ampliação do seu negócio, ter que contratar funcionários e correr riscos num país onde o governo te dá 14% ao ano?
O seu dinheiro está sendo sugado para pagar uma conta que o próprio governo criou. Para pagar benefícios sociais, pagar compra de votos, pagar propaganda eleitoral, para financiar escola de samba.
Isso gera uma forte desvalorização cambial, já que o governo expulsou o mercado de crédito das famílias, o crédito é somente para bancar ele próprio. E quem recebe esse 1 trilhão em juros são os bancos, os fundos de investimentos, gente que já tem dinheiro.
É uma transferência de renda ao contrário, um dinheiro que sai do bolso do trabalhador que paga imposto, passa pelo governo e vai parar no bolso de quem já tem muita grana.
O Brasil tem a segunda maior taxa de juros do mundo porque ninguém, nem mesmo o mercado confia que esse governo vai parar de gastar. E enquanto essa máquina existir você vai pagar essa conta.
Como se proteger de um Brasil endividado
The cash is the king – Dinheiro é o Rei. Quem tem dinheiro guardado é o rei nessa situação, simples assim. Quem administra bem a casa e tem caixa de dinheiro, ele cresce e prospera.
Essa é a pessoa que dorme bem à noite, a pessoa que o dinheiro recebe a taxa de 14% a.a. e não está pagando juros abusivos, é a pessoa que sobra dinheiro todo mês.
Então quando você tem dinheiro no caixa acontecem duas coisas: A primeira coisa é que você não precisa pegar empréstimos e pagar juros, você consegue mais do que sobreviver, você consegue viver corretamente e fechar todo mês no azul.
Segunda coisa, quando o mercado está ruim e a taxa de juros está alta, seu dinheiro guardado não só que você não precisa gastar porque as contas estão em dia, mas ele cresce ao longo do tempo.
Uma pessoa endividada que vive no ciclo da falência, tem dívidas e paga juros elevados para mantê-las, o que deixa ela num buraco mais fundo. Enquanto uma família cresce o patrimônio, a outra empobrece cada vez mais.
A diferença entre essas duas famílias ao longo dos meses e anos, é que terão uma distância gigantesca entre o patrimônio acumulado. Então vocês entendem que é muito mais importante administrar o dinheiro corretamente, do que correr atrás de mais dinheiro?
Quando você tem problemas financeiros, é 10 vezes mais importante você correr atrás para arrumar a casa, cortar gastos do que correr atrás de ganhar mais dinheiro, investir mais ou fazer mais renda extra.
Isso serve para a sua casa, isso serve para a empresa, isso serve para o país, é a mesma lógica. Quando o governo diz que não vai cortar custos porque precisa investir em infraestrutura, isso é mentira porque o país vai falir.
No ritmo que o Brasil está indo agora, a economia vai à falência. E não adianta comparar com países que tem dívidas maiores que o Brasil, como o Japão porque enquanto eles pagam 1% de juros, nós pagamos 14 vezes mais juros.
É o mesmo que tentar comparar alguém que tem uma dívida de financiamento de imóvel de 50 mil reais, pagando 400 reais por mês, com alguém que tenta pagar uma dívida de 50 mil reais do cartão de crédito, essa pessoa vai estar devendo 10 mil a mais no próximo mês.
Você precisa entender que é necessário olhar para a sua vida e enxergar como ela está indo. Eu estou administrando meu padrão de vida corretamente? Sobra dinheiro todo mês? Se a resposta é não você precisa corrigir isso, independentemente de as coisas estarem caras.
Se você não assumir o controle e resolver essa parte, as dívidas vão engolir você e sua família. E a decisão de corrigir seu padrão de vida é apenas sua, você não depende de ninguém para fazer isso.
Você depende dos outros para conseguir ganhar mais dinheiro, para vender e faturar mais. Porém corrigir padrão de vida é algo que só depende de você, e se você não conseguir ter controle a sua vida vai à ruína.
Como os juros altos afetam as empresas e a economia
Essa é a história da Casas Bahia, uma empresa que tem mais de 70 anos de mercado, que tem mais de 1000 lojas, e num único final de semana fechou 300 lojas, com 1900 funcionários demitidos. Pessoas com família, que já trabalhavam a 10, 15, 20 anos na empresa.
A empresa está falindo pela mesma lógica explicada acima, como a taxa de juros do mercado é extremamente alta, isso atrapalha todas as empresas, e especialmente empresas de varejo, que tem margens muito pequenas.
Uma margem de 3%, 5% significa que uma venda de 1000 reais, o lucro deles é de 50 reais no máximo. Taxa Selic alta castiga o capital de giro das empresas, o custo do dinheiro é muito caro.
Esse problema se estende para os supermercados, que teoricamente vendem itens de primeira necessidade e não deveriam sofrer tanto com economia ruim. Mas por ter uma margem de lucro baixa e taxa de juros alta, isso destrói todas as empresas.
O segundo ponto que prejudicou as Casas Bahia é que a taxa de juros também prejudica o consumidor. Eles também sentem no bolso porque o dinheiro perde valor, as pessoas são mais endividadas, eles tem menor poder de compra e refletem que não é hora de comprar tal coisa, não é hora de consumir isso.
Por um lado a empresa gasta mais com taxas de juros, e por outro lado ela também vende menos muitas vezes. As Casas Bahia foi exprimida dos dois lados, o que acaba com os negócios.
E a taxa de juros no Brasil só tem um único culpado, que chama-se Brasília. É a irresponsabilidade de gastar muito dinheiro, de pagar privilégios, super salários etc, o que faz termos a máquina pública mais cara do mundo.
Todas essas coisas fazem o custo Brasil ser extremamente elevado, o que consome tudo o que o país produz. E como ele consome tudo e não é suficiente, ele está em déficit, precisa pegar mais empréstimos e cada vez os investidores vão pedir mais juros para financiar a máquina pública.
Se baixar a taxa de juros na canetada, o investidor não vai emprestar mais nenhum centavo, vai pedir o dinheiro que o Estado está devendo e vai embora. Seria a maior transferência de dinheiro da história, e a economia iria ladeira abaixo.
Por que proteger seu patrimônio fora do Brasil
Por isso que você tem que ter pelo menos de 20% a 30% do seu dinheiro investido fora do Brasil. Num horizonte maior de tempo o dólar vai subir frente ao real, já que a inflação do Real cresce muito mais rápido do que a dos USA.
É por conta desses fatores que não existe hora certa para comprar dólar, você tem que comprar dólar a vida inteira.
A bolsa de valores brasileira é o termômetro que antecipa as projeções de futuro da nossa economia. E ela está caindo forte porque os investidores estrangeiros tiraram, entre março e junho, 25% do que investiram no início do ano.
Você esperava algo diferente vindo do governo brasileiro? Isso não é culpa de um governo específico, gastar mais do que arrecada é um malefício que acompanha todos os governos do século XXI no Brasil, e você é o palhaço que mantém o circo de pé.
E agora em agosto foi a maior retirada de investimento estrangeiro em um único mês desde 2022, e ainda nem acabou o mês. Tudo por conta do possível controle de capitais após as eleições para presidente em outubro.
Enquanto eles riem, você paga. Em 3 anos de governo Lula foram 37 impostos criados, escândalo do Banco Master, escândalo do INSS, crise no STF, dívida de 10 trilhões de reais, rompeu com Estados Unidos, Argentina e Paraguai.
Bem vindo ao Brasil, um país quebrado e censurado totalmente. Não à toa muitas pessoas brincam que existem apenas “três saídas: Uma por terra, outra pelo ar e a última pelo mar. Escolha a que melhor lhe convém e siga em frente”.


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